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Angeloni implementa pagamento através de reconhecimento facial para clientes

Por: Redação, ⌚ 19/03/2021 às 16h23 - Atualizado em 19/03/2021 às 16h26

Rede de supermercados em Florianópolis diminuirá filas e evitará o contato físico entre os consumidores com solução que está inserida em todos os caixas rápidos e self-checkouts


Em um período em que as pessoas precisam manter o distanciamento social na hora de sair de casa, por conta da pandemia da Covid-19, a rede de supermercados Angeloni, passa a oferecer em uma de suas lojas físicas a opção de pagamento por reconhecimento facial. Com solução da startup Payface, a tecnologia conecta o rosto de cada usuário com o seu cartão de crédito. Sem precisar mostrar o cartão e sem tirar a máscara, o consumidor poderá optar por pagar suas compras usando apenas o rosto, diminuindo filas e evitando contato físico. 


A solução está inserida em todos os caixas rápidos e self-checkouts da unidade da Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis (SC). A integração faz parte da estratégia de inovação do Angeloni, que pretende criar hoje as “lojas do futuro” e intensificar os cuidados da marca com a prevenção do novo coronavírus. 


A ferramenta está integrada ao aplicativo do Angeloni e permite compras por cartões de crédito. Para começar a pagar por reconhecimento facial, o usuário baixa o aplicativo do Angeloni no seu próprio celular e cadastra o rosto. No momento em que for fazer suas compras, o consumidor se posiciona em frente a um dispositivo móvel instalado junto ao caixa e faz a sua identificação com o rosto, sem precisar usar o celular. Então, com a identificação validada pelo sistema, o atendente, do outro lado, confirma o valor e finaliza a compra com a autorização do cliente. Todo o processamento é feito sem nenhum toque no dispositivo.


Em Santa Catarina, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os hipermercados e supermercados cresceram em 14,5% em volume e 20,9% em receita nominal até setembro de 2020. Isso porque, considerados essenciais durante a pandemia, esses estabelecimentos continuaram funcionando nos períodos em que bares, restaurantes e serviços não essenciais fecharam as portas devido às regras de quarentena. 


“Após a pandemia, muitas modificações serão feitas e até mesmo mantidas na rotina das pessoas, considerando a visível mudança nos hábitos de compra da população”, comenta Eládio Isoppo, cofundador e CEO da Payface

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