>> Finanças

WhatsApp desponta como importante canal de negociação de dívidas no Digio

Por: Redação, ⌚ 16/07/2021 às 18h36 - Atualizado em 16/07/2021 às 18h36

Clientes que desejam negociar suas dívidas em atraso podem interagir digitalmente para realizar uma proposta 


O WhatsApp é o canal que mais cresce em utilização pelos clientes que desejam negociar suas dívidas com o Digio, bantech de serviços financeiros. O aplicativo de mensagens instantâneas já representa em média um quarto do volume de acordos feitos nos cartões cancelados por falta de pagamento. São mais de 8 milhões de mensagens trocadas registrando 80% de satisfação no processo. 


Em valor negociado, o crescimento também é expressivo. Em 2020, o canal representava cerca de 10%. Em 2021, chega a 27%. Pensando na comodidade dos clientes, a negociação por WhatsApp foi lançada em dezembro de 2019. 


O Whatsapp foi escolhido por ser um canal instantâneo, popular e, principalmente, por preservar a privacidade. O Digio não realiza ligações de cobrança dos cartões de créditos cancelados por falta de pagamento ou envia mensagens de cobrança pelo Whatsapp. Todo o processo é iniciado pelo próprio cliente que deseja regularizar sua situação. 


“Buscamos fazer esse processo de forma humanizada. A iniciativa de fazer um acordo parte diretamente do cliente e a negociação pode ser feita em poucos minutos em um serviço que está disponível 24 horas por dia. Para clientes que possuem suas faturas em atraso, o parcelamento pode ser feito diretamente pelo aplicativo do Digio”, comenta Tercilia Pinheiro, Gerente de Cobrança do Digio.


Para ter acesso à funcionalidade, basta adicionar o número (11) 3004-9899 aos contatos do celular e falar com o Digio pelo WhatsApp. O time de atendimento estará pronto para interagir e negociar o melhor acordo possível. A página www.digio.com.br/negocie contém mais informações.  


É importante não confundir que para os cartões bloqueados, é possível realizar o parcelamento da fatura por meio do próprio aplicativo e que no banco Digio não temos juros rotativos”. 

>> Panorama