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Replace consultoria implementa Business One em nuvem própria da SAP

Novo sistema de gestão tem como objetivo sustentar a estratégia de crescimento acelerado da empresa

Por: Redação, ⌚ 03/05/2019 às 12h53 - Atualizado em 03/05/2019 às 12h53

A Replace consultoria contratou o Business One Cloud, solução da SAP que otimiza os processos de negócios na nuvem, assegurando um crescimento rentável e de sucesso. A Replace é a primeira empresa da América Latina a usar o sistema de gestão em nuvem própria da SAP. A implantação do ERP está sendo realizada por meio da parceira ALFA Sistemas de Gestão, que começou a executar o projeto no começo de abril e tem previsão de finalização no início de junho.

 

De acordo com o diretor da Replace, Carlos Alberto Schoeps, a escolha pelo SAP Business One Cloud foi feita após a avaliação de diversas soluções oferecidas no mercado, quando a SAP se mostrou a melhor opção. “Escolhemos também pela abrangência em atender os processos da empresa”, salientou Shoeps.

 

Nos últimos anos a empresa vem apresentando crescimento relevante e a necessidade de um sistema de gestão na nuvem tornou-se imprescindível, pois todos os processos e controles da instituição são realizados a partir de planilhas, o que dificulta o gerenciamento. Na área financeira, por exemplo, é urgente a necessidade automatizar as tarefas e integrá-las aos demais departamentos, melhorando a produtividade e execução dos serviços, como faturamento, cobranças, conciliação bancária, entre outros.

 

Além de ser a primeira empresa a implantar o ERP em nuvem na América Latina, a Replace possui no escopo de seu projeto diversos módulos em nuvem, como contábil e fiscal, financeiro, faturamento, compras CRM etc. O principal beneficio da nuvem é permitir que os dados sejam acessados de qualquer hora e lugar.

 

“A partir da operação plena dessa solução, esperamos sistematizar todos os processos, ganhar produtividade, melhorar as informações gerenciais e iniciar a integração digital com nossos clientes, fornecedores e instituições bancárias”, resume Schoeps.

 

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