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Operadoras investirão mais em wifi até 2016

Decision Report     04/12/2014

A Amdocs anuncia os resultados de uma nova pesquisa independente explorando a transição de redes wifi de melhor esforço para as de grande porte entre Operadoras de Múltiplos Serviços (MSOs) e Operadoras de Redes Móveis (MNOs). Essa transição acontece em resposta às expectativas dos usuários finais quanto a melhor capacidade e qualidade para conteúdo móvel, além da necessidade de apoiar novos fluxos de receita.

A pesquisa, encomendada pela Amdocs e realizada pela Real Wireless e pela Rethink Technology Research, revela planos de forte crescimento no wifi de grande porte, as diferentes estratégias que as operadoras pretendem implantar e as barreiras técnicas a serem superadas.

De acordo com a pesquisa, prestadores de serviço percebem que o wifi de melhor esforço está se tornando menos lucrativo e que novas fontes de receita só podem ser construídas assim que uma maior qualidade de experiência (QoE) for garantida. Essa QoE mais alta é necessária para serviços como TV móvel, monitoramento de saúde, voz corporativa, jogos online, transmissão de mídia e serviços de Voz sobre Protocolo Internet (VoIP).

A pesquisa também destaca a importância de ferramentas para planejamento de redes de grande porte e gestão de desempenho, cobrindo redes celulares e wi, permitindo um salto em novos serviços sem fio.

“Prestadores de serviço estão começando a ver o wifi como uma oferta estrategicamente importante que pode melhorar ou prejudicar suas reputações e que precisa apoiar uma experiência de usuário comparável à de redes celulares”, afirma Oliver Bosshard, gerente de consultoria da Real Wireless.

“Redes de wifi de ‘melhor esforço’ não são controladas a partir da rede central de ferramentas de sistema de apoio operacional das operadoras, e com frequência os pontos de acesso não embasam qualquer forma de gestão ou priorização de tráfego. Como resultado, as operadoras não conseguem monitorar ou abordar questões de desempenho como congestionamento, o que significa que não podem garantir QoE – propriedades como velocidade de conexão, latência ou priorização, que são cruciais para permitir as opções de monetização para wifi ”.

A pesquisa foi realizada entre agosto e outubro de 2014, com gerentes de wifi de 40 prestadores de serviço na Ásia-Pacífico, Europa, América Latina e América do Norte.

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