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Fábricas inteligentes reduzirão custos de mão de obra até 2022

Estudo da Capgemini revela que transição das fábricas tradicionais pode refletir em 25% menos custos; muitas empresas já promovem o desenvolvimento de novas habilidades em seus profissionais

Por: Redação, ⌚ 10/08/2017 às 14h49 - Atualizado em 10/08/2017 às 14h49

Com as mudanças das fábricas tradicionais para as inteligentes é esperada uma redução de 25% nos custos de mão de obra direta até 2022. A constatação é da pesquisa Fábricas Inteligentes da Capgemini. Embora a perspectiva de curto prazo não seja de crescimento para os empregos atuais, muitos fabricantes apontam a necessidade de desenvolver novas habilidades em seus profissionais e já tomam providências nesse sentido. Mais da metade (54%) dos entrevistados estão fornecendo treinamento em habilidades digitais para seus funcionários e 44% estão investindo na contratação de talentos com conhecimentos digitais para atender o novo perfil demandado pelas fábricas inteligentes.

 

Geralmente descrita como a pedra estrutural da “Revolução Digital Industrial”, uma fábrica inteligente faz uso de tecnologias digitais, como IoT (Internet das Coisas), big data analytics (análise inteligente de dados), inteligência artificial e robótica avançada, para aumentar produtividade, eficiência e flexibilidade. Os recursos da fábrica inteligente incluem robôs colaborativos, trabalhadores que usam componentes de realidade aumentada e máquinas que enviam alertas quando precisam de manutenção.

 

A pesquisa Fábricas Inteligentes entrevistou mil executivos que ocupam o cargo de diretoria para cima em empresas de manufatura com uma receita de mais de US$1 bilhão ao ano. O estudo foi conduzido em seis setores: manufatura industrial, automotivo e transporte, energia e utilities, aeroespacial e defesa, ciências da vida e produtos farmacêuticos, e bens de consumo. A pesquisa abrangeu companhias de países como Alemanha, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Reino Unido e Suécia, realizando entrevistas qualitativas e quantitativas.

 

Acesse o estudo na íntegra aqui.

 

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