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Fábricas inteligentes avançam em uso de tecnologias

Pesquisa da Capgemini aponta que setores automotivo, manufatura, aeroespacial e defesa lideram iniciativas

Por: Redação, ⌚ 29/05/2017 às 15h59 - Atualizado em 29/05/2017 às 15h59

A Capgemini anuncia os resultados do seu relatório sobre Fábricas Inteligentes. O estudo, conduzido pelo Instituto de Transformação Digital da Capgemini, prevê que metade das fábricas poderia ser mais inteligente até o final de 2022 – ano em que 21% dos fabricantes esperam que suas fábricas sejam inteligentes.

 

Setores como aeroespacial e defesa, fabricação industrial e automotiva, nos quais as pessoas já trabalham ao lado de máquinas inteligentes, devem liderar esta transição. Apenas 16% dos entrevistados dizem que não têm uma iniciativa de fábrica inteligente, ou planos futuros para implementar uma. 67% da indústria de manufatura e 62% das aeroespaciais e de defesa têm iniciativas de fábricas inteligentes.

 

Geralmente descrita como a pedra estrutural da “Revolução Digital Industrial”, uma fábrica inteligente faz uso de tecnologias digitais, como IoT, big data analytics, inteligência artificial e robótica avançada, para aumentar produtividade, eficiência e flexibilidade. Os recursos da fábrica inteligente incluem robôs colaborativos, trabalhadores que usam componentes de realidade aumentada e máquinas que enviam alertas quando precisam de manutenção.

 

A pesquisa, que foi realizada de fevereiro a março de 2017, entrevistou mil executivos que ocupam o cargo de diretoria para cima em empresas de manufatura com uma receita de mais de US$1 bilhão ao ano.

 

A pesquisa foi conduzida em seis setores: manufatura industrial, automotivo e transporte, energia e utilities, aeroespacial e defesa, ciências da vida e produtos farmacêuticos e bens de consumo. Diretores da Alemanha, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Reino Unido e Suécia responderam entrevistas qualitativas e quantitativas.

 

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