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Fintech usa tecnologia blockchain para remessas internacionais

BeeTech agora faz parte da rede Ripple e pretende diminuir custos e tempo das transferências feitas para o exterior

Por: Redação, ⌚ 28/02/2018 às 11h28 - Atualizado em 28/02/2018 às 11h28

A BeeTech, startup brasileira provedora de infraestrutura para pagamentos internacionais, é acaba de entrar para a RippleNet – a principal rede de blockchain da Ripple, que permite às instituições financeiras realizarem remessas internacionais de forma rápida e com baixo custo. As transações chegam a ser 50% mais baratas e os pagamentos podem ser realizados em apenas segundos – até então, o tempo médio era de dois dias úteis.

 

Com a parceria, a BeeTech alcançará um novo passo para atender as necessidades dos clientes, reduzindo os custos e liquidando as remessas no mesmo dia. “A parceria da BeeTech com a Ripple nos dá um vislumbre do futuro que vem sendo desenhado para as transferências internacionais. Com o uso de tecnologias como o blockchain e a conexão de players do mundo todo com filosofias semelhantes, as fronteiras para uma vida global estão cada vez menores”, diz Fernando Pavani, CEO da fintech.

 

segundo ele, a rede da Ripple proporciona uma solução escalável, segura e de alta velocidade para movimentação de valores, algo que vem se tornando fundamental para facilitar a vida de empresas e pessoas a nível global. “Acreditamos que essa parceria nos deixa mais próximos de alcançar a nossa missão de criar um mundo sem fronteiras financeiras”, completa.

 

A Ripple fornece uma experiência sem atrito para envio de dinheiro internacional. Ao se juntar a crescente rede global, as instituições financeiras podem processar os pagamentos de seus clientes em qualquer lugar do mundo com a segurança da tecnologia blockchain, que garante o registro total de todas as transações, utilizada pelo novo parceiro da BeeTech. Além disso, os bancos e provedores de pagamentos podem usar a ferramenta digital XRP para, futuramente, reduzir seus custos e alcançar novos mercados.

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