>> Finanças

Banco Paulista ganha produtividade com uso da assinatura digital

Tecnologia simplificou o processo com ganhos para o banco e seus clientes

Por: Redação, ⌚ 14/06/2017 às 16h03 - Atualizado em 14/06/2017 às 16h03

O Banco Paulista fechou sua participação em câmbio em 2016 com uma movimentação aproximada de 20 bilhões de dólares, 8º em volume de operações e com 29.000 operações só no mercado primário, segundo ranking divulgado pelo BACEN.  “Uma área de câmbio muito ativa e com um volume bem expressivo de operações precisa sempre pensar em racionalizar e simplificar seus processos, além de desburocratizar para absorver o crescimento da demanda”.

 

É com este pensamento que Tarcísio Rodrigues Joaquim, Diretor de Operações Internacionais do Banco Paulista e da SOCOPA (Corretora de Câmbio), sempre se orienta na busca de melhorias dos processos operacionais. Em 2014 implementou o uso da assinatura digital em contratos de câmbio. Avaliou algumas soluções de mercado e selecionou a QualiSign, pela facilidade de integração e melhor composição de custo/benefício oferecida.

 

Resistência Cultural

 

Apesar de a implantação ter sido rápida e com sucesso, a principal barreira ainda é a mudança cultural do papel para o meio digital. “Apesar de a validade jurídica da assinatura digital ser inquestionável, ainda assim muitos clientes querem ter algum papel, seja para registrar, para efeito fiscal ou para anexar ao processo.  Estas são as principais justificativas dos clientes que ainda resistem à mudança”, afirma Tarcísio.

 

Apesar da resistência, o uso vem sendo conquistado paulatinamente, à medida que os clientes percebem os benefícios ao adotá-lo. Além do mais, o BACEN recentemente autorizou o uso da assinatura eletrônica, aquela que não exige o certificado digital.

 

“É uma alternativa que o banco está avaliando.  Sua adoção poderá propiciar o crescimento da adesão dos clientes para o mundo digital, pois aqueles que não possuem o certificado digital terão a possibilidade de assinar os contratos de câmbio por meio do mesmo portal de assinaturas que os clientes já utilizam”, afirmou Tarcísio. Em 2016 o volume de contratos assinados digitalmente era cerca de 30% do total do mercado primário e em 2017 já percebemos um crescimento deste indicador.

 

Ganho de tempo

 

Agilidade é uma das características mais expressivas quando falamos em resultados da assinatura digital. Isto se deve à simplificação e consequente redução do tempo gasto na formalização do contrato quando usamos a assinatura digital.

 

“Os prazos de formalização via papel giram em torno de 7 a 10 dias, enquanto que com a assinatura digital eles são reduzidos para 1 ou 2 dias. Além de o processo ser muito mais rápido, pois elimina a remessa via motoboy ou correio e a coleta física da assinatura no papel, também o racionalizamos dentro do banco, pois não há necessidade de abonar as assinaturas, processo moroso e necessário quando se assina no papel’. Explicou Sérgio José da Silva, gerente de suporte ao cliente do Banco Paulista.

 

Com o processo eletrônico a redução de custos é evidente, pois custos no tratamento do papel, no abono de assinaturas, no controle e armazenamento físico por 5 anos praticamente deixam de existir. “A economia também ocorre com o cliente do banco, uma vez que ele não precisa mais imprimir o contrato em 2 vias nem enviá-lo ao banco por motoboy ou correio. Tudo isso é resolvido de forma digital e com segurança” reforça o executivo.

 

Com todas as melhorias no processo houve ganho de 10% em produtividade. Segundo Tarcísio, com os mesmos recursos o banco conseguiu aumentar e melhorar sua capacidade de atendimento, suportando ainda o crescimento do volume de operações.

 

Segurança e Compliance

 

Nos dias de hoje, não basta uma solução mais rápida e mais barata. É preciso ser segura também. Operações financeiras exigem segurança e rastreabilidade, ou seja, todo o processo de assinatura e acesso ao portal deve ser registrado de acordo com as políticas de segurança do banco. A assinatura digital assegura também a integridade, confidencialidade e autenticidade às informações eletrônicas. “Temos um melhor controle sobre quem tem poderes para assinar pelo cliente”, reforçou Tarcísio.

 

“2017 já está sendo um ano mais promissor. Com o cenário melhor da economia e do mercado de câmbio, a expansão do uso do certificado digital e a possibilidade do uso da assinatura eletrônica, continuaremos vencendo as resistências da cultura do papel por meio da introdução do mundo digital, em nome de um mercado mais dinâmico, mais rápido e eficiente, com ganhos significativos para os clientes, colaboradores e para o banco”, concluiu Tarcísio.

 

>> Panorama