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Dell EMC comemora sucesso operacional no primeiro ano de fusão

Há um ano, operação conjunta conquistou novos clientes e fechou parcerias para entregar um portfólio de tecnologias mais robustas, na nuvem e definidas por software

Por: Léia Machado, ⌚ 26/09/2017 às 17h40 - Atualizado em 26/09/2017 às 17h42

“Estamos comemorando o primeiro ano de fusão das duas empresas, uma iniciativa que trouxe novos clientes e muito aprendizado”, destaca Raymundo Peixoto, VP Latam de Soluções de Servidores e Networking da Dell EMC, durante o Dell EMC Fórum realizado hoje, 26, em São Paulo. Segundo ele, esse sucesso vem da rápida integração de portfólio e muita sinergia entre os colaboradores, o que proporcionou um avanço significativo na operação local.

 

“Fui recebido em clientes que nunca tive a oportunidade de visitar. As empresas estão desengavetando projetos antigos de TI e enxergam em nós um parceiro estratégico nesse movimento de transformação digital”, acrescenta o executivo. Só a área de appliances hiperconvergentes, baseados em tecnologia VMware e fabricados localmente, cresceu três dígitos no Brasil, um avanço puxado, principalmente, por novos clientes.

 

Durante o evento, os executivos demonstraram muito otimismo com os bons resultados colhidos nesse último ano de trabalho em conjunto. Esse cenário positivo foi comprovado tanto na linha enterprise quanto na área de computadores pessoais. “O avanço do nosso market share, de acordo com dados da IDC, comprova que caminhamos no rumo certo. Estamos muito empolgados com os resultados do País”, destaca Marius Haas, presidente e diretor comercial global da Dell EMC.

 

A companhia enxerga um cenário positivo no Brasil e uma breve melhora da economia. De acordo com Luiz Gonçalves, VP de Comercial da companhia no País, há cinco anos as empresas brasileiras sofrem uma forte recessão nos investimentos de modernização do parque tecnológico, mas essa retomada está sendo sentida neste momento, em que o digital está batendo na porta das empresas.

 

“Atribuo nossos resultados positivos à nossa capacidade de fundir rapidamente as operações, mas também porque soubemos dar voz ao cliente, entender suas necessidades e ajudar a transformar o legado tecnológico em um ambiente capaz de agir diante do digital. Todo player de TI que entender as demandas do cliente durante uma crise econômica vai ter sucesso e colher bons frutos de crescimento”, enfatiza.

 

Nuvem e software

 

E essa transformação está pautada em cloud híbrida e soluções definidas por software. Na visão da Dell EMC, a indústria de software é uma alavanca de inovações de portfólio e pode trazer tecnologias robustas para data center, redes, servidores, storages e computadores pessoais.

 

A cloud híbrida é a principal aposta da Dell EMC para ofertar soluções no mercado brasileiro, justamente pelo baixo custo e flexibilidade desse modelo, sem deixar de lado a segurança das aplicações críticas. Aqui, a sinergia entre cloud e software pode fazer a diferença até mesmo nas infraestruturas de rede, o que deixa claro a estratégia da empresa em atuar em conjunto não só com as 7 marcas do grupo Dell Technologies, mas também com parceiros de softwares que têm soluções de big data, analytics, nuvem, etc.

 

“O software precisa rodar em algum lugar, aqui entra nosso papel. Não existe uma solução 100% para tudo, por isso estamos entregando diversas possibilidades de modernizar os legados, em que o cliente pode escolher o tipo de nuvem ou uma multicloud, um appliance com todas as tecnologias integradas ou módulos que se integram nos ambientes das empresas”, completa Giampaolo Michelucci VP de Enterprise da Dell EMC Brasil.

 

Luis Gonçalves, Marius Haas e Giampaolo Michelucci

 

O modelo comercial está focado em três unidades de negócio: Data Center, com toda linha de servidores, storage, redes e segurança; computadores pessoais; e serviços de TI. De acordo com os executivos, a entrega desse portfólio está sendo bem conduzida nesse primeiro ano de fusão, os clientes já entenderam o valor dessa integração e gostaram do conceito de tecnologias end-to-end e das parcerias que a companhia fechou nesse período.

 

“Ao assumir a direção de ofertar tecnologia de cloud híbrida, era necessário também contar com a expertise de parceiros de negócio. Isso nos dá empoderamento comercial e portfólio robusto para operar em qualquer empresa, independente do tamanho ou vertical de negócio”, conclui João Bortone, general manager de Vendas de Networking no Brasil.

 

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