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Em tecnologia, não existe zona de conforto

Por: Graça Sermoud, ⌚ 18/07/2018 às 16h01 - Atualizado em 18/07/2018 às 16h01

Pelo segundo ano consecutivo, produzimos uma edição especial sobre o impacto da transformação digital no setor financeiro e como o segmento vem enfrentando o desafio de se reinventar. À primeira vista, parece um contrassenso falar em reinvenção sobre uma vertical de negócios que sempre assumiu a dianteira no que tange à inovação. Mas a velocidade da corrida tecnológica prega essas peças. Em outras palavras, no mundo da tecnologia não existe zona de conforto.

 

E a premissa vale tanto para as instituições tradicionais, que se equilibram entre um legado oneroso e novas demandas tecnológicas, como para os chamados bancos digitais, que procuram incessantemente ofertas baseadas na Indústria 4.0. De todas as inovações, a Inteligência Artificial desponta como a mais promissora para mudar definitivamente a relação dos clientes com os bancos.

 

Embora o conceito de Inteligência Artificial não seja uma novidade no mundo da informática, ele ganhou terreno fértil ao pegar carona nas novas arquiteturas que se apoiam nos ambientes em nuvem e nos modelos analíticos. A junção desses pilares trouxe um caminho mais viável, na verdade, um atalho, que são os recursos de machine learning e as já famosas aplicações de chatbots. Mas acredite, isso é só o começo.

 

O Banco Original que o diga. Nesta edição, trazemos uma entrevista com o líder de Tecnologia e Operações do grupo. Ele atesta que o desafio de se reinventar também está na agenda dos bancos que já possuem um DNA digital. Vale conferir também os números grandiosos ostentados pelo setor financeiro, tanto em termos de investimentos em TI quanto em utilização de novos canais, dados divulgados recentemente pela FEBRABAN.

 

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